sábado, 21 de novembro de 2009

Bíblia On Line

http://www.bibliaonline.com.br/acf


Isso facilita muito o estudo quando vc está on line!
Capriche!

Leituras das próximas semanas

Os números dos capítulos e os títulos ficarão no site para você consultar depois.

82 - Por que choras?

83 - A viagem para Emaús

84 - Paz seja convosco

85 - Mais uma vez á beira-mar

86 - Ide, ensinai a todas as nações

87 - Para meu Pai e vosso Pai

Comentário O Desejado de Todas as Nações

Capítulos

80 - No Sepulcro de José
http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=769



81 - O Senhor ressuscitou
http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=779

Boa leitura!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Saiba mais sobre a ponte Golden Gate

http://pt.wikipedia.org/wiki/Golden_Gate_Bridge

Leia na Wikipedia

Muito interessante!

sábado, 7 de novembro de 2009

NOSSA CLASSE





ESSAS IMAGENS FORAM CAPTADAS NO DIA 7 DE NOVEMBRO. TIVEMOS A ILUSTRE PRESENÇA DA IRMÃ IDALIDA, DE LUCÉLIA.
COMO VOCÊ PODE OBSERVAR, NOSSA CLASSE ESTÁ DESFALCADA. TEM LUGAR PARA VOCÊ!
VENHA NOS CONHECER!

DICAS

PARA ESTUDAR TODOS OS DIAS E LER TODO O COMENTÁRIO, VOCÊ DEVE ORGANIZAR SEU TEMPO PARA PODER FAZER TUDO.

1- ESCOLHA O MELHOR HORÁRIO, EM QUE VOCÊ ESTEJA DISPOSTO E POSSA APRENDER MAIS. SE PRECISAR, PROGRAME O DESPERTADOR (OU CELULAR) PARA TOCAR ALGUNS MINUTOS MAIS CEDO.
2- CONTE O NÚMERO DE PÁGINAS E DIVIDA A QUANTIDADE A SER LIDA POR DIA. NO DIA EM QUE VOCÊ TIVER MENOS TEMPO, LEIA MENOS, NO DIA EM QUE SOBRAR MAIS TEMPO, LEIA MAIS. OBSERVAÇÃO: NESTA SEMANA, A LEITURA VAI DA PÁGINA 698 À 740.
3- ORE ANTES DE COMEÇAR E PEÇA AJUDA DE DEUS PARA O QUE VOCÊ TIVER MAIS DIFICULDADE.
4- PEÇA AJUDA DE OUTRAS PESSOAS DE SUA CONFIANÇA.
5- QUANDO CONSEGUIR UMA VITÓRIA, DIVIDA COM OS AMIGOS.

SE QUISER ACRESCENTAR ALGUMA COISA, É SÓ COMENTAR.

BOM ESTUDO E QUE DEUS TE ABENÇOE!

O DESEJADO DE TODAS AS NAÇÕES CAPÍTULO 77

Na Sala de Julgamento de Pilatos

Na sala de julgamento de Pilatos, o governador romano, acha-Se Cristo, ligado como preso. Em torno dEle está a guarda de soldados, e a sala enche-se rapidamente de espectadores. Logo fora da entrada encontram-se os juízes do Sinédrio, sacerdotes, príncipes, anciãos e povo.

Depois de condenar a Jesus, o conselho do Sinédrio fora ter com Pilatos, a fim de obter a confirmação da sentença e sua execução. Mas esses oficiais judeus não queriam entrar no tribunal romano. Segundo sua lei cerimonial, ficariam assim contaminados e, portanto, impedidos de tomar parte na festa da páscoa. Não viam, em sua cegueira, que o ódio assassino lhes contaminava o coração. Não viam que Cristo era o verdadeiro cordeiro pascoal e que, uma vez que O rejeitaram, para eles perdera a grande festa sua significação.

Ao ser o Salvador levado para o tribunal, não foi com bons olhos que Pilatos O contemplou. O governador romano fora chamado à pressa de sua câmara, e decidiu fazer o trabalho o mais rapidamente possível. Estava preparado para tratar o Preso com

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CONTINUA NESTE ENDEREÇO:
http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=724

O DESEJADO DE TODAS AS NAÇÕES CAPÍTULO 76

Judas

A história de Judas apresenta o triste fim de uma vida que poderia ter sido honrada por Deus. Houvesse Judas morrido antes de sua última viagem a Jerusalém, e teria sido considerado digno de um lugar entre os doze, e cuja falta muito se faria sentir. A aversão que o tem acompanhado através dos séculos não teria existido, não fossem os atributos revelados ao fim de sua história. Havia, porém, um desígnio em ser seu caráter exposto perante o mundo. Seria uma advertência para todos quantos, como ele, traíssem sagrados depósitos.

Pouco antes da páscoa, Judas renovara seu trato com os sacerdotes para entregar Jesus. Combinou-se então que o Salvador fosse aprisionado, imediatamente, no retiro aonde costumava ir para orar e meditar. Desde a festa em casa de Simão tivera Judas oportunidade de refletir no ato que concordara praticar, mas seu propósito ficou imutável. Por trinta moedas de prata - o preço de um escravo - vendeu o Senhor da glória para a ignomínia e a morte.

Judas tinha naturalmente grande amor ao dinheiro; mas não fora sempre bastante corrupto para praticar um ato como esse. Alimentara o mau espírito de avareza até que se lhe tornara o motivo dominante na vida. O amor de Mamom sobrepujara o amor de Cristo. Tornando-se escravo de um vício, entregou-se a Satanás, para ser impelido a toda extensão do pecado.

Judas unira-se aos discípulos, quando as multidões seguiam a Cristo. Os ensinos do Salvador lhes tocavam o coração enquanto, suspensos de Seus lábios, escutavam o que dizia na sinagoga, à margem do lago, sobre o monte. Judas via os doentes, os coxos,
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http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=717

O DESEJADO DE TODAS AS NAÇÕES CAPÍTULO 75

Perante Anás e o Tribunal de Caifás

Através do ribeiro de Cedrom, de hortos, olivais e das silenciosas ruas da cidade adormecida, levaram precipitadamente a Jesus. Passava de meia-noite, e os gritos de vaia da turba que O seguia, irrompiam, agudos, no silêncio do espaço. O Salvador estava manietado e vigiado de perto, e movia-Se dolorosamente. Em ansiosa pressa, porém, marchavam com Ele os que O haviam prendido, rumo ao palácio de Anás, ex-sumo sacerdote.

Anás era a cabeça da família sacerdotal em exercício, e, em deferência para com sua idade, era reconhecido pelo povo como sumo sacerdote. Buscava-se e cumpria-se seu conselho como a voz de Deus. Ele devia ver primeiro a Jesus, cativo do poder sacerdotal. Devia estar presente ao interrogatório do Prisioneiro, por temor de que o menos experimentado Caifás deixasse de assegurar o objetivo por que trabalhavam. Seu artifício, astúcia e subtileza deviam ser empregados nessa ocasião; pois a condenação de Cristo devia a todo transe ser conseguida.

Cristo devia ser julgado formalmente perante o Sinédrio; mas perante Anás foi submetido a um julgamento preliminar. Sob o governo romano, o Sinédrio não podia executar a sentença de morte. Só podia interrogar um prisioneiro, e dar a sentença para ser ratificada pelas autoridades romanas. Era, portanto, preciso apresentar contra Cristo acusações que fossem consideradas criminosas pelos romanos. Também era preciso achar uma acusação que O condenasse aos olhos dos judeus. Não poucos entre os sacerdotes e príncipes ficaram convencidos, pelos ensinos de Cristo; unicamente o temor da excomunhão os impedira de confessá-Lo. Os sacerdotes bem se lembravam da pergunta de Nicodemos: "Porventura condena a nossa lei um homem sem primeiro o ouvir e ter conhecimento do que faz?" João 7:51. Essa pergunta interrompera na ocasião o conselho, e estorvara-lhes os planos. José de Arimatéia e Nicodemos não foram então chamados, mas havia outros que talvez ousassem falar em favor da justiça. O julgamento devia ser dirigido de maneira a unir contra Cristo os membros do Sinédrio. Duas acusações desejavam os sacerdotes manter. Se se pudesse provar que Jesus era blasfemo, seria condenado pelos judeus. Se culpado de sedição, isso garantiria a condenação por parte dos romanos. A segunda acusação procurou Anás estabelecer em primeiro lugar. Interrogou a Cristo quanto a Seus discípulos e Suas doutrinas, esperando que o Prisioneiro dissesse qualquer coisa que lhe fornecesse base para agir. Pensava tirar alguma declaração, provando que Ele estava procurando fundar uma sociedade secreta, com o intuito de estabelecer um novo reino. Então os sacerdotes O poderiam entregar aos romanos como perturbador da paz e cabeça de insurreição.

Cristo lia claramente os desígnios do sacerdote. Como se lesse no mais íntimo da alma do que O interrogava, negou que houvesse entre Ele e Seus seguidores qualquer união secreta, ou que os reunisse em segredo e nas trevas para ocultar Seus desígnios. Não tinha segredos quanto a Seus intuitos ou doutrinas. "Eu falei abertamente ao mundo", respondeu Ele; "Eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se ajuntam, e nada disse em oculto." João 18:20.

O Salvador punha em contraste Sua maneira de agir, com os métodos de Seus acusadores. Durante meses O perseguiram, procurando enlaçá-Lo e levá-Lo perante um tribunal secreto, onde poderiam obter por falso juramento o que era impossível conseguir por meios justos. Agora levavam a efeito seus desígnios. A prisão à meia-noite por meio de uma turba, as zombarias e maus-tratos antes de Ele ser condenado, ou sequer acusado, era a maneira de eles procederem, não a Sua. O ato que praticavam era uma violação da lei. Suas próprias leis declaravam que um homem devia ser tratado como inocente até se provar culpado. Em face de seus próprios regulamentos, eram os sacerdotes condenados.

Voltando-Se para aquele que O interrogava, disse Jesus: "Para que Me perguntas a Mim?" Não haviam os sacerdotes e príncipes enviado espias para Lhe observar os movimentos, e relatar
...

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http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=700

No fundo do mar

Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniqüidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar. Miquéias 7:19

PENSE NISSO!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Leitura da semana

http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=685

O link acima é da leitura do capítulo "Getsêmani", desta semana.Copie-o e cole na barra de endereços.
Não deixe de ler!

Um abraço em Cristo

Pontuação 4º trimestre


Se refere ao período até 31 de outubro