Judas
A história de Judas apresenta o triste fim de uma vida que poderia ter sido honrada por Deus. Houvesse Judas morrido antes de sua última viagem a Jerusalém, e teria sido considerado digno de um lugar entre os doze, e cuja falta muito se faria sentir. A aversão que o tem acompanhado através dos séculos não teria existido, não fossem os atributos revelados ao fim de sua história. Havia, porém, um desígnio em ser seu caráter exposto perante o mundo. Seria uma advertência para todos quantos, como ele, traíssem sagrados depósitos.
Pouco antes da páscoa, Judas renovara seu trato com os sacerdotes para entregar Jesus. Combinou-se então que o Salvador fosse aprisionado, imediatamente, no retiro aonde costumava ir para orar e meditar. Desde a festa em casa de Simão tivera Judas oportunidade de refletir no ato que concordara praticar, mas seu propósito ficou imutável. Por trinta moedas de prata - o preço de um escravo - vendeu o Senhor da glória para a ignomínia e a morte.
Judas tinha naturalmente grande amor ao dinheiro; mas não fora sempre bastante corrupto para praticar um ato como esse. Alimentara o mau espírito de avareza até que se lhe tornara o motivo dominante na vida. O amor de Mamom sobrepujara o amor de Cristo. Tornando-se escravo de um vício, entregou-se a Satanás, para ser impelido a toda extensão do pecado.
Judas unira-se aos discípulos, quando as multidões seguiam a Cristo. Os ensinos do Salvador lhes tocavam o coração enquanto, suspensos de Seus lábios, escutavam o que dizia na sinagoga, à margem do lago, sobre o monte. Judas via os doentes, os coxos,
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sábado, 7 de novembro de 2009
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